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Quando pensamos em aprender inglês, muitos imaginam livros didáticos, gramática e regras. Mas para o Jonas Bressan, professor de inglês com mais de 23 anos de experiência, o idioma também se aprende com cultura, música e, claro, gírias em inglês autênticas que marcam épocas.
Muito mais do que memorizar estruturas gramaticais, o aluno precisa entender a língua como um organismo vivo, moldado por gêneros musicais, movimentos sociais e influências culturais diversas.
Neste artigo, o Jonas Bressan mostra como as gírias do rock dos anos 80 podem ser aplicadas no inglês do cotidiano, tornando o aprendizado mais natural, divertido e conectado com a realidade cultural do idioma.

Gírias de rock explicadas por professor de inglês
Os anos 80 foram marcados por uma explosão cultural, especialmente no cenário musical. Bandas como AC/DC, Bon Jovi, Guns N’ Roses e The Police não apenas criaram hinos atemporais, mas também difundiram expressões e gírias que continuam vivas. Cada uma dessas bandas deixou um legado que vai além da música, influenciando a forma como as pessoas se expressam até hoje. Selecionamos algumas das mais populares:
- Rock on!: usada para demonstrar entusiasmo ou apoio. Algo como “Isso aí!” ou “Manda ver!”. Ideal para encorajar amigos ou comemorar algo legal. Aparece frequentemente em shows ao vivo e programas de entrevistas.
- Gnarly: popular entre os surfistas e rockeiros, significa algo muito bom ou, dependendo do contexto, algo radical e perigoso. Pode ser usado para descrever uma situação intensa ou uma experiência inesquecível. Exemplo: “That concert was totally gnarly!”
- Dude: forma informal de se referir a um amigo, equivalente a “cara” em português. Aparece em vários filmes e programas de TV da época, como “Bill & Ted” e “Wayne’s World”.
- Totally: usada para enfatizar, como em “Totalmente!” ou “Com certeza!”. Transmite concordância com entusiasmo e era muito comum entre adolescentes nos anos 80.
- Bummer: expressa decepção, como “que chato” ou “que pena”. Uma forma simples e direta de demonstrar frustração, usada quando algo não sai como o esperado.
Essas expressões eram comuns em letras de música, entrevistas com artistas e também no dia a dia dos jovens daquela geração. Muitas delas ultrapassaram fronteiras e continuam sendo usadas por falantes nativos em vários contextos. Incorporar esse tipo de linguagem à rotina de estudos torna o inglês mais próximo da realidade e menos mecânico.
Como um professor de inglês usa música no ensino
O diferencial do Jonas Bressan está em como ele integra a música ao aprendizado do inglês. Ao utilizar canções icônicas dos anos 80, ele não só ensina vocabulário e pronúncia, mas também contextualiza expressões idiomáticas e gírias de forma autêntica. Esse método torna o aprendizado mais envolvente e memorável, principalmente para quem tem afinidade com música.
Com o uso de letras como “Livin’ on a Prayer” do Bon Jovi ou “Every Breath You Take” do The Police, é possível explorar nuances da língua que muitas vezes não aparecem em materiais tradicionais. O aluno passa a entender não apenas o que está sendo dito, mas por que aquela expressão é usada naquele contexto. Isso permite desenvolver um senso mais aguçado de interpretação textual e auditiva.
Além disso, a música ativa a memória auditiva e emocional, ajudando na fixação do conteúdo. A repetição das canções, o ritmo e as melodias facilitam a compreensão e o uso espontâneo de novas expressões. Isso torna o inglês algo presente no dia a dia, e não apenas restrito à sala de aula.
Alunos que aprendem através de música relatam maior motivação, engajamento e retenção do vocabulário.
Jonas também utiliza atividades como completar lacunas em letras, discutir o significado de versos, identificar gírias e comparar versões ao vivo com gravações de estúdio. Esse tipo de abordagem transforma a aula em uma experiência cultural e linguística rica.
Expressões dos anos 80 com professor de inglês
Trabalhar com expressões de épocas específicas permite que o aluno entenda as transformações do idioma ao longo do tempo. O Jonas Bressan apresenta essas expressões com explicações culturais, tornando a experiência de aprendizado muito mais rica.
Compreender o contexto histórico e social por trás das gírias ajuda o aluno a internalizar não apenas o significado, mas também o sentimento atrelado a cada termo.
Algumas outras expressões que ele costuma abordar incluem:
- Take a chill pill: algo como “se acalma” ou “relaxa”. Usado quando alguém está exagerando ou nervoso demais.
- No way!: expressa surpresa ou incredulidade, como “Mentira!” ou “Sério?”. Muito comum em diálogos informais.
- Rad: abreviação de “radical”, algo muito legal ou impressionante. Uma forma de elogiar algo de maneira descolada.
- Whatever: pode significar “tanto faz”, dependendo do tom. Frequentemente usada com um toque de desdém.
- Bogus: algo falso, ruim ou decepcionante. Um termo muito presente em filmes como “Bill & Ted’s Excellent Adventure”.
- Grody: usado para descrever algo nojento ou desagradável.
- Tubular: algo excelente, incrível. Comum entre surfistas e associado a algo muito legal.
- Gag me with a spoon: expressa nojo ou desgosto, muito usada com humor exagerado.
- Like, totally!: uma expressão que enfatiza concordância ou empolgação, muito usada pelos “Valley Girls”.
Essas expressões ajudam o aluno a se sentir mais confiante ao assistir a filmes, ouvir músicas ou conversar com nativos. Elas dão naturalidade à fala e ampliam o repertório comunicativo com recursos reais da língua falada. Mais do que isso, elas aproximam o aluno da cultura pop e do universo emocional que acompanha a linguagem.
Dicas para aplicar gírias no cotidiano
Não basta apenas conhecer as gírias, é preciso saber quando e como usá-las. O Jonas Bressan recomenda:
- Ouvir muito inglês autêntico, especialmente filmes e músicas dos anos 80. Isso treina o ouvido para diferentes sotaques e entonações.
- Praticar em contextos informais, como comentários em redes sociais, conversas com amigos ou simulados. A repetição e a exposição frequente ajudam na memorização.
- Evitar traduções literais, pois muitas gírias têm significados específicos que não se traduzem bem. Traduzir palavra por palavra pode levar a mal-entendidos.
- Repetição com contexto: usar as expressões em frases completas para internalizar o uso. Criar exemplos práticos e usá-los em voz alta é uma excelente técnica.
- Criar um glossário pessoal de gírias, anotando aquelas que mais gosta e buscando sinônimos e variações de uso.
- Fazer imersão em conteúdos da época, como filmes, séries e videoclipes dos anos 80, reforçando a vivência cultural.
- Gravar a si mesmo usando gírias, para ouvir depois e ajustar a pronúncia ou entonação.
- Participar de comunidades online que valorizem o inglês informal, como fóruns, canais de YouTube ou grupos de conversa.
- Ensinar outras pessoas, pois ensinar é uma das melhores formas de aprender. Compartilhar gírias com amigos pode reforçar o aprendizado.
Usar gírias torna a comunicação mais fluida e próxima dos nativos, e aprender com um professor de inglês experiente como o Jonas Bressan potencializa ainda mais esse processo. Ele transforma a experiência de aprender inglês em algo prático, divertido e emocionalmente marcante.
Aprenda inglês com as gírias que marcaram uma geração. Descubra como a música pode acelerar seu aprendizado com o professor de inglês Jonas Bressan em: Inglês com Música – Beway Idiomas






